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Núcleo tucano resiste a filiações de deputados estaduais à baciada

A possibilidade do grupo do vice-governador César Colnago levar quatro deputados estaduais, na janela migratória que fica aberta até o fim do mês, esbarra na posição da Executiva Estadual do PSDB. Apenas o deputado estadual Hércules Silveira (PSDB) e o deputado federal Evair de Melo (PV), que já foram tucanos, teriam carta branca para se filiarem. Evair,porém, ainda estuda se vai mesmo deixar o PV. Há fontes dentro do partido garantido que ele fica.
 
A movimentação para levar Edson Magalhães (PSDB), o vice-líder do governo Érick Musso (PP) e o líder do governo Gildevan Fernandes (PV) vai depender de outras etapas de negociação, como a discussão com as municipais, com a bancada atual do PSDB – deputado Sérgio Majeski e o líder da bancada Marcos Mansur –, e pela própria Executiva. 
 
Nas municipais os problemas de cada base dificultam as articulações. O deputado Edson Magalhães já estaria conversando com lideranças tucanas de Guarapari há algum tempo. Como não conseguiu espaço desejado no PMDB, ele precisa mudar de partido para construir seu palanque para  a disputa deste ano. O problema é que o pré-candidato do PSDB em Guarpari é Carlos Von, que tem o controle da municipal. 
 
Em Aracruz, o partido estaria buscando a vice-prefeito Anderson Segatto Ghidetti, o que inviabilizaria a filiação de Erick Musso. Quanto a Gildevan Fernandes, o problema não seria a posição do diretório de Pinheiros, mas a incompatibilidade entre ele e um dos atuais deputados do partido, Sérgio Majeski. 
 
Como a bancada terá voz na discussão e qualquer atrito inviabiliza a nova filiação, Gildevan pode ficar pelo caminho também. Até porque, a entrada de Gildevan no partido poderia significar a saída de Majeski do PSDB, o que parte da Executiva tenta evitar a todo custo. 

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