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Pequenos partidos viram campo de batalha de interesses particulares

A quantidade de partidos políticos facilitada pela atual legislação transformou o ano eleitoral para a escolha de governador em campos de batalha em defesa de interesses individuais. 
Sem ideologia, os partidos são meros caminhos para ganhar a eleição. As ações político-partidárias objetivam coligações com a marca da individualidade, sem a preocupação em relação à eleição majoritária ao governo do Estado.
Alguns desses partidos exibem, isoladamente, bandeiras de seus dirigentes. Entre eles, destacam-se o Psol, Partido Social Cristão (PSC), Avante, o Podemos e o PPL.
Com exceção do Psol, que atua seguindo uma linha ideológica, os outros perseguem coligações que mais interessem a seus concorrentes a deputado estadual e federal.
No Espírito Santo, o PSC é liderado pelo vereador de Vila Velha por quatro mandatos, Reginaldo Almeida; o Avante pelo ex-vereador de Vitória Ademar Rocha; o Podemos pelo prefeito de Viana, Gilson Daniel; e o PPL pelo ex-prefeito de Vila Velha Vasco Alves.
Reginaldo Almeida, que também foi deputado estadual, pertence a um grupo político ligado às igrejas Assembleia de Deus, que pode atuar em favor de Renato Casagrande (PSB), Paulo Hartung ou outro. O que importa é eleger Reginaldo à Câmara Federal.   
O Avante, de Ademar Rocha, atua de forma isolada, enquanto o prefeito de Viana, do Podemos, é próximo do governador Paulo Hartung, mas seus movimentos de campanha não obedecem aos rigores das estratégias do Palácio Anchieta.  
 

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