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Pms cobram de políticos pressa para acabar com a prisão administrativa

O movimento dos policiais militares do Espírito Santo para reduzir o tratamento rigoroso do governo por conta da greve da categoria ocorrida em fevereiro de 2017, ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (20), fechando a semana que reuniu em Vitória representantes das Pms da Bahia e da Associação Nacional dos Praças (Anaspra).
 
A diretoria da Associação dos Cabos e Soldados da PM e Bombeiros Militares se reuniu com a senadora Rose de Freitas para pedir apoio da parlamentar em acelerar o processo de votação do PL 148 que pede o fim da prisão administrativa. 
 
No dia anterior, policiais militares estiveram na Assembleia Legislativa, onde mantiveram contato com parlamentares. O assunto foi tema de audiência pública realizada na manhã de segunda-feira (16), com os membros da Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa.
 
Os deputados se comprometeram a conseguir a assinatura de mais deputados e encaminhar ao governador Paulo Hartung uma proposta, como indicação legislativa, de anistia administrativa aos policiais militares envolvidos no movimento reivindicatório de fevereiro de 2017.
 
O PL 148/2015 já foi aprovado por todas as comissões da Câmara dos Deputados, já chegou no Senado Federal e está pronto para ir a plenário. A senadora Rose de Freitas se comprometeu com a entidade e, por consequência, com toda a tropa capixaba e também do país já que, a partir desta segunda-feira (23), irá movimentar o cenário político para que a matéria seja votada.
“O que eu posso fazer já que o PL passou na Câmara dos Deputados é assegurar que esse processo entre na pauta o quanto antes. Irei ao presidente do Senado, Eunício de Oliveira, pedir a ele que cumpra o que determinou a fazer: que é colocar na pauta para ser votado”, disse Rose de Freitas.
Ela foi questionada sobre a possibilidade de governadores fazerem pressão negativa para que a matéria seja colocada sempre no “final da fila” para ser votada ou, caso vá a plenário não seja aprovada. 
“Podem até fazer pressão, mas o Senado é uma casa legislativa independente”, disse Rose, que também se manifestou sobre a luta  travada para conseguir dialogar com o governo do Estado após o movimento de fevereiro de 2017 e a construção de uma pauta de reivindicações da categoria realizada na primeira assembleia geral extraordinária de 2018. 

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