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Polícia Federal investiga troca de combustível por votos em São Mateus

O combustível virou uma moeda de troca nas campanhas eleitorais. Dois meses depois do primeiro turno, a Polícia Federal ainda investiga denúncias envolvendo o abastecimento de veículos durante a campanha eleitoral como pagamento por votos. Em São Mateus, norte do Estado, foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (5) a “Operação Tanque Cheio” para investigar denúncias de compra de votos com combustível. .

A Polícia Federal cumpriu dois mandados de condução coercitiva e quatro mandados de busca e apreensão em continuidade à Operação Tanque Cheio, iniciada no período eleitoral para combater o crime de compra de votos previsto no artigo 299 do Código Eleitoral.

No dia da eleição foi observado pelas equipes de policiais federais que diversos veículos abasteciam em um determinado posto de combustíveis de São Mateus, mediante apresentação de cupom “vale combustível”, em nome de diversos candidatos.

De acordo com os proprietários do posto, questionados em depoimento hoje, durante o período eleitoral foram distribuídos cerca de 15 mil litros de combustíveis em nome de candidatos. A pena para o crime de Corrupção Eleitoral é de até quatro anos de reclusão e multa.

Durante o processo eleitoral, uma outra operação na mesma linha ganhou repercussão na Grande Vitória. A Polícia Federal identificou cinco candidatos a vereador da Serra, suspeitos de participação num esquema de compra de votos, envolvendo um posto de combustíveis do município.

À época, foi cumprido um mandado de busca e apreensão no posto e quatro pessoas, incluindo o gerente, foram conduzidas para prestar esclarecimentos. O motorista que chegava ao posto com adesivo de um dos candidatos no carro, não pagava pelo combustível, pois a conta era acertada depois com o candidato.

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