Uma nota divulgada no jornal Valor Econômico da última sexta-feira (19) traz um debate nacional para a dicotomia política que vive o Estado, após a eleição de 2014. Isso porque o governador Paulo Hartung não está entre os cinco governadores que se posicionaram contra a volta da CPMF. Já o ex-governador Renato Casagrande (PSB) marcou posição contrária ao imposto pelas redes sociais.
Segundo a nota do Valor Econômico, cinco estados se manifestaram contrários ao imposto: Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. A ideia do retorno da CPMF seria para reforçar o caixa do País no período de crise. O governo Hartung que também vem fazendo discurso de recuperação e adotando medidas antipáticas para reforçar o caixa, por qenquanto, preferiu não fazer parte do grupo que disse não à CPMF.
Já o ex-governador Renato Casagrande (PSB) foi para as redes sociais criticar a tentativa do governo federal de aprovar a volta do imposto. “É bom que possamos manifestar nossa opinião contra a criação desse novo tributo”, disse.
Para o socialista, o governo federal tem alternativas de mudar o sistema tributário nacional, como a extinção de privilégios na administração pública do Executivo. “A minha posição e de grande parte de nossa bancada no congresso é contrária à criação da CPMF”, disse.
Já o governador, no ano passado, havia se posicionado sobre o tema aumento de impostos para gerar receitas. Para ele, é preciso fazer cortes de despesas e evitar o aumento de impostos, as falas de Hartung sugeriam que o País seguisse o exemplo que ele vem adotando no Espírito Santo. Mas foi reticente na hora de criticar a volta do imposto.

