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Processo eleitoral em Colatina depende de definição de Guerino Balestrassi

A noite desta terça-feira (26) será decisiva para o cenário eleitoral de Colatina, no noroeste do Estado. O PSDB municipal realiza sua convenção para definir se vai mesmo lançar a candidatura do ex-prefeito Guerino Balestrassi. Embora não se possa dizer que ele seria  favorito na eleição, o tucano teria um palanque bem competitivo à prefeitura. 
 
Depois da saída de Luiz Paulo Vellozo Lucas da disputa à prefeitura de Vitória, a nacional do PSDB tem pressionado Max Filho e Balestrassi a disputarem, já que puxam palanques fortes. A tendência, porém, é de que Balestrassi não dispute. Os comentários no município são de que ele não participa do encontro tucano. 
 
Se entrar na disputa, Balestrassi será um forte concorrente e mexerá com o cenário eleitoral. Além dele, são esperados para a disputa o ex-secretário de Saúde do Estado Tadeu Marino (PSB), o ex-vice-prefeito Cirilo de Tarso (PSD) e o ex-deputado estadual Genivaldo Lievore (PT). 
 
O PMDB ainda não definiu sua participação, mas tenta emplacar o nome do vereador Sérgio Meneguelli. O PPS trabalha com o nome do vereador Renzo Vasconcelos. Mas para a classe política, os dois podem acabar compondo com algum nome colocado ou se unirem em um palanque só, se conseguirem as condições esperadas para a disputa. O petebista Sebastião Demuner se apresenta como novidade no pleito, apostando no perfil técnico. 
 
A preocupação do grupo de Balestrassi era com o desgaste da imagem do tucano por ter apoiado o atual prefeito Leonardo Deptulski (PT), mas como o também petista Lievore entrou no páreo, a conta cai no palanque dele, deixando Balestrassi livre para concorrer. O problema é que Balestrassi hoje está mais voltado para a vida privada, cuidado de suas empresas do que focado no processo eleitoral. 
 
Tadeu Marino é tido como um bom médico no município, mas seu afastamento da cidade no período em que atuou politicamente em Vitória, dificultam sua reaproximação com o eleitorado. Já Cirilo de Tarso tem uma candidatura forte, mas é visto como um político isolado, sem grupos que lhe ofereçam um estofo para a disputa.

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