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Psol arma estratégia de campanha no Estado com uso das redes sociais

O uso adequado das redes sociais na campanha eleitoral é o assunto principal da reunião ampliada que o Diretório Estadual do Psol realiza neste sábado (9), às 9h, no Sindicato dos Bancários, Centro de Vitória, como forma não apenas de reduzir custos, mas dinamizar as ações.
 
A reforma política, aprovada pelo Congresso Nacional em outubro do ano passado, apresenta poucas mudanças relacionadas ao uso da internet e de redes sociais para as eleições de 2018. A principal delas é a permissão para que candidatos, partidos e coligações paguem as redes sociais para impulsionar seus conteúdos.
 
A estratégia do Psol pretende dar maior celeridade à divulgação das plataformas de campanha dos candidatos do partido, seguindo um modelo de interação que possibilite respostas rápidas ao público e, ao mesmo tempo, recolher sugestões e colaborações, bem como atender à legislação aprovada.
 
“Vamos debater as formas de levar as propostas ao eleitor e identificar o que deve ser impulsionado”, afirma André Moreira, pré-candidato ao governo o do Estado. 
 
André, de acordo com o mercado político, apresenta uma boa perspectiva de crescimento no processo eleitoral, sem, no entanto, representar ameaça a concorrentes mais competitivos, como o ex-governador Renato Casagrande (PSB), o governador Paulo Hartung e a senadora Rose de Freitas (Podemos). Completa o quadro local o candidato do PSL, do presidenciável Jair Bolsonaro (RJ), tenente-coronel Foresti. 
 
O Psol, segundo André Moreira, vem recebendo propostas de coligação de outros partidos, analisadas em conformidade com a base partidária. Por enquanto, uma coligação já formalizada é com o candidato ao Senado pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), Mauro Ribeiro.
 
Os nomes que irão disputar as proporcionais, deputados federal e estadual, estão sendo relacionados pela ex-deputada estadual Brice Bragato, candidato a uma cadeira na Assembleia Legislativa, com chances de obter uma boa votação. 
 
Pela reforma política aprovada em 2017, devem ser priorizados, via internet, os conteúdos em mecanismos de buscas na internet, como Google e Yahoo. O impulsionamento de conteúdos deverá ser contratado diretamente com o provedor da aplicação de internet, com sede e foro no País.
 
No dia da eleição, porém, a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos já publicados serão proibidos e considerados crime, permitindo-se apenas manter as postagens antigas.
 
Os gastos com o impulsionamento de conteúdos terão de ser declarados na prestação de contas das campanhas, assim como já devem ser declarados custos com a criação de sítios na internet – o que já era permitido pela legislação. Outras formas de propaganda eleitoral paga na internet, como em portais e sites de empresas, permanecem proibidas.

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