Terça, 19 Outubro 2021

​Psol estadual aponta candidato ao governo e descarta aliança com PT

gilbertinhocampos_psol_redesociais Redes sociais

O Psol no Espírito Santo descarta aliança com o PT, apontando o professor Gilbertinho Campos, ex-candidato à prefeitura de Vitória em 2018, como o nome mais forte para disputar o governo do Estado em 2022. Essa decisão foi adotada durante o Congresso Nacional do Psol, encerrado nesse domingo (26), segundo o presidente estadual do partido, Toni Cabano.

O 7° Congresso Nacional foi realizado de sexta-feira (26) a domingo, com 402 pessoas, de forma virtual, representando quase 50 mil filiados de todo o Brasil que participaram, nos últimos meses, de plenárias e votações presenciais e de congressos estaduais.

O partido aprovou a participação em uma frente ampla da esquerda, tendo a maioria defendido uma aliança com o ex-presidente Lula, o que desagradou parte dos congressistas, inclusive os representantes do Espírito Santo. Estes estão empenhados para que o partido apresente candidatura própria, liderada pelo deputado federal pelo Rio de Janeiro, Glauber Braga.

Além de com concorrer ao cargo majoritário no Espírito Santo, o Psol também terá candidatos a senador, deputado federal e estadual, disse Toni Cabano, sem querer adiantar nomes. Nos meios políticos, a vereadora de Vitória Camila Valadão, uma das lideranças do partido e segunda mais votada em 2020, é apontada como candidata à Assembleia Legislativa.

Ao adotar o mesmo procedimento nas eleições de 2018, quando não fez coligações com outras siglas, e optar por confirmar a pré-candidatura de Gilbertinho, líder do movimento negro, o Psol se mantém na trajetória iniciada desde a sua fundação, como aponta Toni Cabano.

Seguindo esse princípio, alianças só com o PCdoB, Partido Socialista de Trabalhadores Unificado (PSTU) e Unidade Popular (UP). No Congresso Nacional, foi reconduzido ao cargo para um mandato de mais dois anos, o atual presidente, Juliano Medeiros.

O pré-candidato

Potencial candidato ao governo do Estado em 2022 pelo Psol, Gilbertinho Campos é liderança e ativista do movimento negro no Espírito Santo. Como candidato à Prefeitura de Vitória nas eleições de 2018, ele defendeu debate para desmascarar a extrema direita, que segundo ele, usa o artificio criminoso das fake news para demonizar os movimentos sociais. Mantendo a mesma disposição, rejeita "qualquer apoio ou aliança com partidos com o DNA de Bolsonaro, que não querem dialogar".

Veja mais notícias sobre Política.

Veja também:

 

Comentários: 3

André Carvalho em Terça, 28 Setembro 2021 09:58

Impressionante a falta de responsabilidade política do presidente estadual do PSOL. Pelo que apurei junto a vários setores do partido, o partido não definiu sua política eleitoral, muito menos uma candidatura e principalmente seu nome. Até o momento o partido não publicou as resoluções estaduais. Pela unidade da esquerda capixaba! Derrotar Bolsonaro nas ruas no dia 2 de Outubro!

Impressionante a falta de responsabilidade política do presidente estadual do PSOL. Pelo que apurei junto a vários setores do partido, o partido não definiu sua política eleitoral, muito menos uma candidatura e principalmente seu nome. Até o momento o partido não publicou as resoluções estaduais. Pela unidade da esquerda capixaba! Derrotar Bolsonaro nas ruas no dia 2 de Outubro!
Perly Cipriano em Quinta, 30 Setembro 2021 08:21

Temos que ter a paciência revolucionária,buscando fazer entendimentos onde for possivel,se é possivel no Fora Bolsonaro vamos e estamos juntos isto nã se confunde com programa de governo,nem com alianças eleitorais nos estados.È preciso respeitar as questões internas dos demais partidos,o que não impede de buscar unidade em muitas frentes de atuação.Defendemos a existencia dos vários partidos de esquerda,agora e no futuro,não defendemos nem queremos Partido Único.

Temos que ter a paciência revolucionária,buscando fazer entendimentos onde for possivel,se é possivel no Fora Bolsonaro vamos e estamos juntos isto nã se confunde com programa de governo,nem com alianças eleitorais nos estados.È preciso respeitar as questões internas dos demais partidos,o que não impede de buscar unidade em muitas frentes de atuação.Defendemos a existencia dos vários partidos de esquerda,agora e no futuro,não defendemos nem queremos Partido Único.
FHR em Quinta, 30 Setembro 2021 09:39

Já começa escorregando, não se derrota um poder instituído sozinho, ainda mais nessas circunstancias que estamos vivendo de noticias falsas retrocesso ideológico e cultural. Não é esse o caminho que o PSOL precisa tomar no momento, infelizmente.

Já começa escorregando, não se derrota um poder instituído sozinho, ainda mais nessas circunstancias que estamos vivendo de noticias falsas retrocesso ideológico e cultural. Não é esse o caminho que o PSOL precisa tomar no momento, infelizmente.
Visitante
Terça, 19 Outubro 2021

Ao aceitar, você acessará um serviço fornecido por terceiros externos a https://www.seculodiario.com.br/