O índice de renovação na Assembleia Legislativa após as eleições deste ano, em outubro próximo, não deverá ultrapassar 50% – 15 dos 30 deputados estaduais. Esse percentual considera que alguns parlamentares decidiram concorrer ao Senado e à Câmara Federal, muitos por outros partidos, e não tentarão a reeleição.
Esse é o caso dos deputados Sergio Majeski, que migrou do PSDB para o PSB, e deve disputar o Senado, com possibilidade de alcançar a vitória. Do mesmo grupo, o PPS abrigou Da Vitória, candidato a deputado federal.
O deputado Amaro Neto migrou do Solidariedade para o PRB e irá disputar o Senado, devendo ser um dos mais bem votados. Gilsinho Lopes desistiu da reeleição e concorre à Câmara Federal pelo PR.
Dos atuais ocupantes de cadeiras na Assembleia Legislativa, segundo previsões do mercado político, deverão ser reeleitos os deputados Bruno Lamas (PSB); e Hércules Silveira, Luzia Toledo e José Esmeraldo, do MDB.
A relação inclui ainda Enivaldo dos Anjos e Esmael de Almeida, do PSD; Marcelo Santos (PDT); Dary Pagung (PRP); Hudson Leal e Erick Musso (caso não seja indicado vice na chapa do governador Paulo Hartung), do PRB; Janete de Sá (PMN); Sandro Locutor (Pros); Padre Honório (PT); Rafael Favatto (PEN) e Theodorico Ferraço (DEM).
A soma total alcança a 15 parlamentares, deixando de fora outros 15 ocupantes de cargos, entre eles, Almir Vieira (PRP), cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Freitas (PSB); Nunes (PT); Jamir Malini (PP); e Marcos Bruno (Rede).
Já os deputados Euclério Sampaio (PSDC); Eliana Dadalto (PTC); Gildevan Fernandes (PTB); Raquel Lessa (Pros); Pastor Mansur (PSDB); e Rodrigo Coelho (PDT) devem disputar voto a voto a preferência do eleitorado.

