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Rose de Freitas confirma candidatura ao governo e permanência no MDB

“Estou vigorosa na determinação de ir à convenção”, afirmou a senadora Rose de Freitas, ao anunciar nesta sexta-feira (6) que vai mesmo disputar o governo do Estado nas eleições deste ano.
Para isso, ela terá que enfrentar o governador Paulo Hartung, caso ele cofirme sua disposição de entrar na disputa, na convenção do MDB, prevista para ocorrer entre 24 de junho e 5 de agosto.
Em nota distribuída na tarde desta sexta, Rose informa que tomou a decisão depois de se reunir com as bases e para atender aos pedidos dos presidentes da República, Michel Temer, e do Congresso Nacional, senador Eunício de Oliveira (CE). 
Na quarta (4), Eunício Oliveira fez segundo ela, um apelo à permanência da senadora no MDB e a apontou como “a candidata que nós gostaríamos de ver escolhida” para o governo do Espírito Santo”. “Já na quinta (5) foi a vez de o presidente Temer pedir que a senadora fique no partido”, acrescenta nota divulgada pela assessoria da senadora, desfazendo comentários de que ela estaria deixando o partido para evitar um confronto direto com Hartung.
A candidatura de Rose ao governo do Estado vem sendo comentada desde 2017, mas sempre esbarrava no obstáculo que ela teria que enfrentar para superar a resistência do governador Paulo Hartung, que tem na presidência do partido o deputado federal Lelo Coimbra, seu antigo aliado.
Rose manteve sua candidatura em alta no mercado, costurando alianças com lideranças importantes, fortalecidas por meio de liberação de verbas para as prefeituras. 
A comprovação desse prestígio foi demonstrada durante a inauguração do aeroporto de Vitória, quando a senadora assumiu o papel de anfitriã, fato que teria motivado o governador a não comparecer ao ato, embora ele tenha divulgado uma nota com outra justificativa, pesando para o lado de Temer e denúncias contra seus amigos e aliados.
Na convenção do partido, Rose terá que obter a maioria dos 200 delegados com direito a voto. Apesar de estar na Presidência do partido, Lelo  Coimbra não conseguiu manter o total controle sobre o colegiado. 

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