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Sandro Locutor quer saber o motivo do ‘bombardeio’ sobre viagens

O deputado Sandro Locutor (Pros), que participa da 20ª Conferência União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unales) em Aracaju (SE), chega ao Estado nesta segunda-feira (6) com uma interrogação: o que estaria por trás do ''bombardeio'' que sofreu durante toda essa semana. 
 
Para o deputado, não há dúvidas que os questionamentos sobre as viagens nacionais e internacionais que ele fez como presidente da Unales são fruto de perseguição política. Ele prefere não levantar nomes, mas para os meios políticos, sua atuação na apresentação do requerimento de informação que levantou polêmica sobre as viagens da primeira-dama Cristina Gomes, em 2014, é vista como um dos motivos para que o deputado não seja bem quisto no Palácio Anchieta.
 
Além disso, nos últimos meses, o deputado tem feito uma série de questionamentos a secretários e chegou a denunciar ao Ministério Público dois deles por não responderem os pedidos de informações. O deputado pretende apurar qual o pano de fundo que motivou a perseguição, mas acredita que as denúncias e questionamentos que vêm sendo levantadas sobre o pagamento das passagens e diárias de suas viagens tem fundo político. 
 
“Talvez possa ser pelo fato de uma pretensão minha à prefeitura de Cariacica tenha desagrado às forças políticas locais ou o fato de estar cumprindo com mais evidência meu mandato, cobrando as coisas tenha aborrecido alguém, o fato é que esta é uma ação premeditada e que se consolida como perseguição”, disse. 
 
O deputado afirmou que vai apresentar um relatório sobre as viagens e destacou que as passagens e hospedagens da mulher durante um evento da entidade na Europa foram pagos em seu cartão de crédito. Quanto às fotos em frente a pontos turísticos de Paris, na França, foram feitas à noite, fora do horário de trabalho. “Eu nunca vi uma pessoa ter de se defender de estar trabalhando, mas estou tranquilo. Estou aborrecido, mas não revoltado”, disse o parlamentar.
 
O deputado destacou ainda que tem 20 anos de vida pública e nunca respondeu a qualquer processo. Quanto ao silêncio dos colegas de Assembleia sobre o caso em sua ausência, Locutor preferiu não comentar o comportamento do plenário.

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