Haylson de Oliveira, da Pública-ES, destaca perdas de 33,72% no poder aquisitivo dos servidores
Apontam uma perda acumulada de 50,88%, com redução do poder aquisitivo da categoria da ordem de 33,72%, a partir do cálculo da inflação oficial no período, que alcança 69,55% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) e as reposições concedidas, acumuladas, em 18,67%.
O presidente da Pública, Haylson de Oliveira, que assina o documento, destaca no documento, encaminhado no último dia 19, “a necessidade de o Estado cumprir com a garantia definida constitucionalmente, impreterivelmente em janeiro de 2022, tendo em vista a vigência da famigerada lei (…) quanto às vedações estabelecidas no artigo 8º”.
E ainda aponta para o superávit na receita estadual de “mais de R$ 1 bilhão no acumulado deste ano”, e também a “dedicação exemplar e trabalho intrépido realizado pelos servidores deste Estado nos anos de 2020 e 2021, garantindo provisão de serviços públicos de qualidade na crise derivada na pandemia da Covid 19. Consideramos fundamental o atendimento desse direito”, reforça.
A solicitação dos servidores ao governador Renato Casagrande é uma forma de “provocar” o governo para debater a questão, a fim de que a recomposição inflacionária possa ser inserida nos salários das diversas categorias profissionais.
Em prestação de contas na Assembleia Legislativa, realizada este mês, o governador garantiu que “há interesse em efetivar as conversas no início do próximo ano, para estudar uma forma de recompor as perdas de 2020/2021”, mas com a possibilidade de ocorrer de forma parcelada.
Demanda acumulada
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