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Suplentes de parlamentares torcem pelos titulares nas eleições deste ano

As fotos da bancada capixaba e do plenário da Assembleia podem ficar diferentes a partir de janeiro do próximo ano, se parlamentares envolvidos na disputa eleitoral deste ano obtiverem êxito nas disputas. São quatro deputados federais e dez estaduais nas corridas a prefeituras do Estado na eleição de outubro e a torcida dos suplentes é forte.

Na bancada federal, sete dos dez deputados eram cotados para disputarem prefeituras, mas no final das contas, quatro confirmaram a entrada nos pleitos, dois deles, inclusive, disputando a mesma prefeitura. Neste sentido, as chances máximas de renovação na bancada capixaba são de um terço.

Sérgio Vidigal (PDT) e Givaldo Vieira (PT) concorrem na Serra. Ambos foram eleitos pela mesma coligação, logo, apenas um dos suplentes pode se animar com a vaga, no caso, a ex-deputada federal Iriny Lopes (PT).

Max Filho (PSDB) entrou na disputa aos quarenta e cinco do segundo tempo e tem uma forte candidatura a prefeito de Vila Velha. Com menos densidade Lelo Coimbra (PMDB), que foi eleito na mesma coligação em 2014, disputa a eleição em Vitória.

A primeira suplente do grupo é a ex-prefeita de Itapemirim, no sul do Estado, Norma Ayub (DEM), que também tenta retornar à prefeitura com chances. No caso da eleição de um dos titulares e da primeira suplente, a cadeira será do ex-prefeito de Vitória Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), que desistiu da disputa na Capital. Em uma eventual abertura de duas vagas, a segunda será do ex-prefeito de Colatina, noroeste do Estado, Guerino Balestrassi (PSDB).

Nova Assembleia

Se na bancada federal as chances de renovação são de um terço, na Assembeia essa também é a fração de candidaturas de deputados estaduais. No início de 2015, as apostas eram de que metade do plenário estaria diretamente envolvida na disputa. Mas com o afunilamento, essa expectativa diminuiu.

Disputam a mesma base, Linhares, no norte do Estado, os deputados Guerino Zanon (PMDB) e Eliana Dadalto (PTC). No caso de Eliana, o suplente é Cirilo de Tarso (PSD), que também é candidato em Colatina, noroeste do Estado, o que pode alimentar algumas chances para o vereador da Serra, Miguel da Policlínica, também do PTC.

Já na coligação que elegeu Zanon, a fila de expectativa é grande. Já que, além dele, estão na disputa deste ano os deputados Marcelo Santos (PMDB), em Cariacica, e Rafael Favatto (PEN), em Vila Velha. Outro deputado eleito nesta coligação é Edson Magalhães (PSD), candidato a prefeito em Guarapari.

Por eles torcem os ex-deputados José Esmeraldo e Esmael Almeida, primeiro e segundo suplentes. No caso de uma terceira vaga a ser aberta, ela pertencerá ao vereador de Colatina, Sergio Meneguelli (PMDB), que também é candidato a prefeito no município e, se for eleito, abre vaga par o ex-deputado Atayde Armani (DEM).

Pode sobrar uma cadeira também para o ex-prefeito de Venda Nova, Braz Delpupo (DEM), caso ele não se eleja na disputa em Venda Nova do Imigrante, região serrana. Mas, no caso de sair vitorioso, quem volta à Assembleia é a ex-deputada Solange Lube (PMDB).. 

Dois ex-deputados que também podem voltar a Assembleia são Jair Malini (PTN) e Marcus Madureira (PTdoB). Para isso, porém, será necessário que os deputados eleitos pela coligação à época, Erick Musso (PMDB) e Cacau Lorenzoni (PP), tenham êxito nas disputas em Aracruz e Marechal Floriano, respectivamente.

O também ex-deputado Anselmo Tozi (PSDB) depende da eleição do correligionário Marcos Mansur, em Cachoeiro de Itapemirim, sul do Estado, para retornar à Assembleia. Também de Cachoeiro é a suplente de Almir Vieira (PRP), Claudia Lemos. Se ele conseguir se desvencilhar do imbróglio de denúncias que vem sendo submetido e vencer a eleição em Anchieta, no litoral sul do Estado, a vaga é da cachoeirense.

Amaro Neto (SD) segue na liderança do processo eleitoral de Vitória, abrindo uma possibilidade de suplência na coligação PPS,PSB, PSD,PMN, na qual foi eleito deputado. O primeiro suplente é Hilário Hoepke (PPS), que também lidera a corrida eleitoral em Santa Maria de Jetibá, região serrana. Bom para o vereador de Vitória, Max da Mata (PDT), que é o segundo suplente da coligação.

Mais difícil é o encaixe do vereador de Colatina, Renzo Vasconcelos (PPS), que é o segundo suplente da coligação e dependeria da eleição do deputado Eustáquio de Freitas (PSB), que não é exatamente o favorito na disputa em São Mateus, norte do Estado.

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