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Moraes nega pedido de visita de Magno Malta a Bolsonaro

Tentativa de “carteirada” do senador capixaba foi citado pelo ministro

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Jefferson Rudy/Agência Senado

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta quinta-feira (29), um pedido de visita na prisão ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) feito pelo senador capixaba Magno Malta (PL). Segundo informações da imprensa nacional, Moraes afirmou que Magno tentou dar uma “carteirada” para entrar na Papudinha – ondo Bolsonaro está encarcerado, em Brasília – sem autorização, conforme relatado pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Portanto, o pedido foi por conta “conduta” do senador.

O mesmo pedido foi negado ao presidente nacional do Partido Liberal, o ex-deputado Valdemar Costa Neto. Neste caso, Moraes argumentou que o presidente do PL também está sendo investigado pelos atos que resultaram na tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023, pelos quais Bolsonaro foi condenado. O contato entre os dois réus, portanto, representaria um risco às investigações.

Na primeira quinzena de janeiro, quando Jair Bolsonaro ainda estava encarcerado na sede da Polícia Federal (PF) de Brasília, Magno Malta chegou a protocolar um pedido de “vistoria de condições humanitárias” das instalações, e também organizava grupos de oração em frente à PF.

Na semana passada, Magno também participou da marcha do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) que saiu do interior de Minas Gerais a Brasília, com intuito de conscientizar sobre a suposta “perseguição judicial” em curso contra os bolsonaristas. Devido à mobilidade reduzida decorrente de problemas de saúde, o senador foi carregado em uma cadeira de rodas por sua filha, Maguinha Malta (PL), também pré-candidata ao Senado, e por aliados.

No final de dezembro, o senador capixaba e outros parlamentares de oposição fizeram uma pausa no recesso do Congresso Nacional para pressionar a Casa contra o ministro Alexandre de Moraes. A nova investida aconteceu na esteira do escândalo do Banco Master, e a divulgação na imprensa de informações sobre supostas ligações entre Moraes e o dono da instituição financeira, Daniel Vorcaro, que chegou a ser preso em novembro.

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