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Terça, 15 Junho 2021

​Deputado questiona criação de cargos comissionados no Bandes

bandes_secom Secom

A criação de 11 cargos comissionados no Banco de Desenvolvimento do Estado (Bandes), com salários que superam R$ 14 mil, foi questionada pelo deputado Sergio Majeski (PSB), em requerimento de informações protocolado ao secretário de Estado da Fazenda, Rogelio Pegoretti, que é presidente do Conselho Fiscal do banco. Majeski quer saber a necessidade dos cargos, considerando a pandemia da Covid-19. 

De acordo com a Resolução nº 2/2021 que define a criação dos cargos, editada no final de março e aprovada pelo Conselho de Administração do Bandes, a contratação é destinada a profissionais com diferentes níveis de formação e atuação para assessorar a diretoria executiva da instituição financeira. O Bandes possui atualmente 155 funcionários, seis dentro das faixas salariais dos cargos a serem preenchidos.

"Apenas de salários, sem contabilizar os outros benefícios, são quase R$ 120,5 mil por mês para custear os 11 cargos comissionados. Em plena pandemia, quando os recursos financeiros têm necessidade de serem otimizados para oferecer assistência de qualidade à população, é momento mesmo de criar despesas? Os servidores efetivos do próprio Bandes não têm formação e competência para desempenhar as funções dos cargos criados? Nosso questionamento é com perguntas simples e que atendem aos interesses da sociedade", destaca Majeski.

No requerimento oficial, o deputado quer saber também se o Bandes fará processo seletivo para preenchimento das vagas ou se todos serão nomeados pelo diretor-presidente do banco, Munir Abud de Oliveira, e, se já houver cargo preenchido, a lista das nomeações e o currículo do profissional. Munir Abud tomou posse no cargo no início de março último, após mudança efetivada no secretariado pelo governo do Estado.


Empréstimos financeiros


Em outra frente de atuação, Sergio Majeski protocolou representação no Tribunal de Contas do Estado (TCE) com pedido de Medida Cautelar em face do diretor-presidente do Bandes para garantir que o banco, que é uma instituição pública, disponibilize no site próprio as informações sobre os contratos de empréstimos financeiros realizados, nos mesmos moldes como já faz o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O objetivo é garantir a transparência necessária das operações, informando nome do cliente e setor de atividade, objetivo do projeto, valor contratado, taxa de juros, prazo de pagamento, garantia da operação e fonte do recurso. De acordo com os números divulgados pelo próprio Bandes, em 2020 foram R$ 800 milhões movimentados em liberações, sendo R$ 266,6 milhões em contratos de financiamento para empresas de todos os portes e setores da economia.

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Comentários: 3

Edmar de Azevedo Nunes em Quarta, 14 Abril 2021 19:05

A festa dos SOCIALISTAS em plena PANDEMIA, eis que surge um TREM DA ALEGRIA, SOCIALISTAS, COMUNISTAS E PETISTAS gostam de cargos para colocar os melitantes, desculpe militantes. É a FARRA DO BOI. Por favor não censurem esse texto.

A festa dos SOCIALISTAS em plena PANDEMIA, eis que surge um TREM DA ALEGRIA, SOCIALISTAS, COMUNISTAS E PETISTAS gostam de cargos para colocar os melitantes, desculpe militantes. É a FARRA DO BOI. Por favor não censurem esse texto.
Danilo em Quinta, 15 Abril 2021 00:24

Como se fosse uma exclusividade de algum partido a manutenção e criação de cargos comissionados.
Tá errado? Sim, muito!
É exclusividade desse governo? Não.
Em qual mundo vc vide, Sr. Edmar?

Como se fosse uma exclusividade de algum partido a manutenção e criação de cargos comissionados. Tá errado? Sim, muito! É exclusividade desse governo? Não. Em qual mundo vc vide, Sr. Edmar?
Seu Madruga em Quinta, 15 Abril 2021 13:51

2022 está aí.

2022 está aí.
Visitante
Terça, 15 Junho 2021

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