O deputado Sérgio Majeski (PSDB) ocupou a tribuna da Assembleia na tarde desta segunda-feira (14) para falar do episódio da apreensão do carro oficial lotado em seu gabinete na tarde de sexta-feira (11), em Minas Gerais, quando retornava de uma agenda de trabalho na região do Caparaó, como membro da Comissão de Cidadania.
O deputado explicou que na manhã desta segunda-feira (14) houve uma reunião na Assembleia para debater o assunto. Nesse encontro, foi informado aos deputado que o pedido para a troca das placas foi enviado ao Detran-ES, mas na documentação não houve a troca.
O tucano também retrucou a justificativa do presidente da Assembleia, Theodorico Ferraço (DEM), de que os carros oficiais só poderiam transitar no Estado, dizendo que a legislação é válida para todo o território nacional. O deputado relatou ainda o constrangimento com o episódio.
Majeski decidiu pegar o atalho que passava em território mineiro porque tinha um compromisso em Vitória, às 19 horas de sexta. Ele teve o carro apreendido a 300 quilômetros de Vitória e a situação só não foi mais complicada porque um veículo do Idaf – esse sim com a documentação regular – passou pelo local e ofereceu carona ao parlamentar.
O deputado foi parado em uma blitz e foi informado que a documentação do automóvel estava irregular. Os policiais concluíram que a placa do veículo oficial, que conduzia o tucano, não estava de acordo com o que dita a Resolução 231 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).

