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Vereador nega que assumirá prefeitura, mas fala em choque de gestão

Presidente da Câmara de Linhares, norte do Estado, vereador Miltinho Colega (PSDB) negou nessa segunda-feira (31) que assumirá a prefeitura do município. O vereador usou a tribuna da Câmara para falar sobre o assunto, que tomou conta da cidade, depois do afastamento de nove dias do prefeito Nozinho Corrêa (PP) por problemas de saúde. 
 
A possibilidade de Miltinho Colega assumir a prefeitura para um tratamento de saúde mais prolongado do prefeito ganhou corpo na cidade com a ausência de Nozinho em eventos públicos. O tucano, porém, negou qualquer conversa sobre um possível afastamento do prefeito, pelo menos do ponto de vista oficial.
 
“Venho à tribuna da Câmara esclarecer à população e à imprensa que não existe nenhum fato oficial acerca do assunto”, discursou. Ele disse que continuará à frente da Casa, respeitando o desejo da população e a escolha dos colegas. “Vou continuar no exercício da minha função, zelando pelo bom nome do legislativo, os trabalhos dos meus colegas e o respeito com o Poder Legislativo”.
 
Mesmo negando a possibilidade de assumir a prefeitura, caso Nozinho precise se afastar para cuidar da saúde, Colega assume, já que a vice-prefeita Eliana Dadalto (PTC) se licenciou do cargo cumprir o mandato de deputada estadual.
 
O discurso de prefeito ele já tem. No pronunciamento na tribuna da Câmara, Colega fez uma leitura sobre a gestão, abordando a crise política e financeira do País, destacando a crise na administração local. “Não dá para tapar o sol com a peneira. Tem uma crise financeira, mas, principalmente, uma crise político-administrativa”, lembrou o presidente da Câmara. 
 
O vereador destacou a necessidade de extinguir de sete a oito das 23 secretarias existentes na prefeitura e suspender alguns contratos de prestação de serviço. Para Colega, essas medidas iriam assegurar os direitos dos servidores quanto ao tíquete alimentação, concessão normal do calendário de férias e pagamento dos salários dos servidores nas datas programadas, porque tudo isso precisa ser respeitado, na opinião do presidente. 

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