Quarta, 27 Outubro 2021

Gestão de Pazolini afirma que base da Guarda permanece no Parque Moscoso

lorenzo_pazolini_4_jansenlube_PMV Jansen Lube/PMV

A Prefeitura de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Urbana (Semsu), em resposta à matéria veiculada nessa quinta-feira (2) por Século Diário, afirma que "as cinco bases de apoio da Guarda Civil Municipal de Vitória [GCMV] permanecem ativas, para que os agentes possam ter pontos de encontro em seus setores durante o expediente, tendo uma estrutura disponível que facilita o trabalho da região onde estão escalados".

Ainda segundo a gestão de Lorenzo Pasolini (Republicanos), os agentes de Trânsito têm base de apoio em Santa Lúcia e em Maria Ortiz. Informa também que, nesta sexta-feira (3), foi inaugurado o Centro Operacional da GCMV, "local onde os agentes assumem e encerram o serviço, recebem as viaturas e equipamentos para cumprir o expediente. Além disso, montam as equipes e traçam as estratégias para o turno".

As bases, segundo a Semsu, ficam em Jardim da Penha, Jardim Camburi e Parque Moscoso. Esta última foi a mencionada pela matéria de Século Diário, na qual a Associação de Moradores do Centro (Amacentro) mostrou indignação com o comunicado emitido pelo secretário municipal de Segurança, Icaro Ruginski Borges Nascimento da Silva, no qual estabelece que a Guarda deverá "realizar assunção de serviço no novo posto unificado", que fica na Fábrica 747, em Jucutuquara.

Entretanto, o presidente da Amacentro, Lino Feletti, diz que "mesmo eles afirmando que continua aqui [no Parque Moscoso], entendemos que a estrutura que permanece não vai atender, não vai fazer com que a Guarda fique no local. É isso. É o que nós entendemos. Mantemos a nossa opinião até então e vamos aguardar para ver o que muda". De acordo com Lino, "foi retirado praticamente tudo que tinha na central. Tem quase nada lá de infraestrutura".

Ele acredita que a retirada da infraestrutura, como os armários dos trabalhadores, irá restringir a circulação de Guardas Municipais na região e, consequentemente, aumentar a sensação de insegurança.

Em comunicado emitido pela Semsu, é informado que os guardas municipais tiveram até 31 de agosto, às 18h, para tirar seus pertences pessoais do posto. Destaca-se também que os equipamentos do atual posto foram transferidos nesse mesmo dia e que os armários da Fábrica 747 estariam disponíveis para os trabalhadores a partir dessa quinta-feira (2).

Em um vídeo de que circula nas redes sociais, Lino Feletti, em nome da Amacentro e das associações de moradores do Morro da Piedade, Forte São João, Parque Moscoso, Santa Clara e Ilha do Príncipe, afirma que a iniciativa da prefeitura foi um "ato unilateral, não discutido com a comunidade, não discutido sequer com o Conselho Municipal de Segurança Pública".

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