Quarta, 24 Julho 2024

História do povo negro é pouco conhecida por capixabas

marcus_vinicius_foto_vitor_taveira Vitor Taveira

Seja por meio de vídeos na internet, seja por meio de caminhadas guiadas pelo Centro de Vitória, o historiador Marcus Vinicius Sant'Ana vem se dedicando a visibilizar elementos historiográficos pouco conhecidos dos capixabas. 

O povo negro, seus lugares de vida e reprodução cultural, social e econômica, personagens antigos e atuais, e elementos visíveis e invisíveis conformam uma grande riqueza que precisa ser contada e reconhecida pelo povo do Espírito Santo.

No programa Raiz Capixaba, Marcus Vinícius fala especialmente do Centro de Vitória, mas também de outros territórios, conta alguns casos, e evidencia lugares que representam a história e cultura negra no Estado.

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Comentários: 2

Antonio em Quarta, 05 Junho 2024 10:24

Concordo plenamente que a história do povo negro capixaba é pouquíssima reconhecida. Enquanto comunidades "européias" festejam suas datas no ES o povo negro capixaba, com diversas personalidades importantes em diversas áreas segue esquecida. Por isso faço a pergunta: pra que serve o MUCANE???? Nós temos um espaço maravilhoso, prédio reformado. Cadê a comunidade acadêmicas, classe política, empresarial, que não se mobiliza pra tornar um espaço realmente de pertencimento à população negra do ES. Algumas vezes estive lá e não presenciei nada, além de oficinas de dança e pouquíssimo acervo histórico. A classe cultural poderia se mobilizar para receber repasses federais para este fim.

Concordo plenamente que a história do povo negro capixaba é pouquíssima reconhecida. Enquanto comunidades "européias" festejam suas datas no ES o povo negro capixaba, com diversas personalidades importantes em diversas áreas segue esquecida. Por isso faço a pergunta: pra que serve o MUCANE???? Nós temos um espaço maravilhoso, prédio reformado. Cadê a comunidade acadêmicas, classe política, empresarial, que não se mobiliza pra tornar um espaço realmente de pertencimento à população negra do ES. Algumas vezes estive lá e não presenciei nada, além de oficinas de dança e pouquíssimo acervo histórico. A classe cultural poderia se mobilizar para receber repasses federais para este fim.
MACIEL SALAZAR BOGHI em Quinta, 06 Junho 2024 11:31

Tudo resume-se em um unico nome.: Preguiça. dá trabalho fazer um evento ou o que seja só querem o dim dim facial nada más.

Tudo resume-se em um unico nome.: Preguiça. dá trabalho fazer um evento ou o que seja só querem o dim dim facial nada más.
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