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Os desajustados

Muito se fala no papel da mulher no lar e na sociedade, mas por que temos que ter um papel? Quem anda perguntando qual é o papel do homem? E porque o dia hoje está chuvoso e o noticiário só traz má notícia, transcrevo alguns “achados” sobre  como o tal papel da mulher é visto pelos homens. Omito os nomes dos autores de propósito, não quero lhes dar esse prazer.
 
O egoísta: “A mulher que nos pertence  (?) é uma espécie de ser que o costume nos dá por escrava; deve ser meiga, submissa, muito ajuizada… porque  é desagradável um outro privar-nos dos nossos direitos.” O modesto: “A respeito da educação (dos filhos) tenho para mim que o coração da mãe, mesmo ignorante, tem mais talento do que a cabeça do homem, embora de elevada inteligência…”
 
O exigente: “O seu papel (das mulheres) exige  que desde pequeninas aprendam a ser sensíveis às necessidades e às atitudes dos outros (leia-se homens…) Numa sociedade onde ainda persistem duas diferentes medidas de moralidade, é conveniente para a mulher levar em conta as qualidades de seus amigos e mostrar-se circunspecta diante deles…”
 
Sarcástico 1: “Beladona em italiano significa mulher bonita. Em inglês é nome de um veneno mortal. Essa é a prova irrefutável da  semelhança entre os dois idiomas”. Sarcástico 2: ”Se minha esposa me amasse de verdade, teria se casado com outra pessoa”.
 
Sarcástico 3: “O rosto de um homem é sua biografia. O rosto de uma mulher é uma obra de ficção”.  
 
O ditador: Na infância a mulher deve se submeter a seu pai; na juventude, a seu marido; e quando o marido morre, a seus filhos. Uma mulher nunca deve estar livre de algum tipo de submissão”.  O justo: “O testemunho de uma mulher vale a metade do testemunho de um homem”.
 
O déspota esclarecido 1: “Uma boa esposa dever ser obediente como uma escrava… A fêmea é uma fêmea por causa de uma certa ausência de qualidades – um defeito natural”; o déspota esclarecido 2: O pessimista é um homem que pensa que todas as mulheres são más. O otimista é um homem que espera que elas sejam”.
 
Retrógrado 1: As mulheres sensíveis e responsáveis não querem votar” (1905); retrógrado 2: “O lugar de uma mulher é aos pés de seu marido”; retrógrado 3: “Qualquer mulher que não gera tantas crianças quantas for capaz, é culpada de assassinato”. O que perdeu o bonde andando: “Já imaginou um mundo sem homens? Sem guerras e cheio de gordas felizes…”

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