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Aracruz quer realizar atividade de silvicultura em cinco municípios das regiões norte e noroeste

A Aracruz Celulose (Fibria) publicou, no Diário Oficial desta sexta-feira (1), um comunicado referente à aprovação do Termo de Referência (TR) para a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e o seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) de uma atividade de silvicultura que a empresa pretende implantar em diversas fazendas das regiões norte e noroeste do Estado, especificamente nos municípios de Pinheiros, Montanha, Ponto Belo, Mucurici e Ecoporanga.
 
Segundo a publicação, iniciou-se o prazo de 15 dias para manifestação dos interessados em sugerir “elementos de análise” ao Termo de Referência, disponível no site do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf).
 
O referido termo visa a nortear a elaboração do EIA-Rima do empreendimento, do qual ainda não constam, ao menos publicamente, elementos concretos de suas características – tanto que, o próprio termo, recebe apenas o nome de “Projeto de Silvicultura”.
 
Silvicultura, por sua vez, tem como definição “a ciência que se ocupa das atividades ligadas à implantação e regeneração de florestas”, em função de interesses econômicos, ambientais, científico ou outros.
 
Segundo o TR, o EIA-Rima do empreendimento deve se basear nas áreas de influência direta do empreendimento, para subsidiar a análise de sua viabilidade ambiental. Mais do que isso, os estudos servem para medir os impactos ambientais decorrentes de ações como esta, baseando-se em características do solo, água, fauna etc. dos locais.
 
As fazendas pretendidas pela Fibria para a realização do projeto são: Alvorada (Pinheiros), Reserva (Montanha), Califórnia (Ponto Belo), Campo Verde (Ponto Belo), Conquista (Montanha), Floresta (Ponto Belo), Itajubá (Mucurici), Monte Cristo (Ecoporanga), Rio do Sul (Pinheiros), Boa Vista (Ponto Belo).

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