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Câmara dos Deputados elege novo presidente no dia 4 de fevereiro

No próximo dia 4 de fevereiro, às 10 horas, a Câmara dos Deputados realiza a eleição da nova Mesa Diretora da Casa. Entre os nomes cotados para a presidência está o da deputada federal pelo Espírito Santo Rose de Freitas (PMDB), que figura entre altos e baixos no que se refere aos apoios no plenário.

O favorito para a disputa é o também peemedebista Henrique Eduardo Alves (RN). Mas esse favoritismo vinha sendo ameaçado pelo deputado Júlio Delgado (PSB-MG). Por isso, o PMDB teria lançado mão de uma estratégia para dividir os votos, com a candidatura de Rose de Freitas.

Mas, com o desempenho da parlamentar, que é vice-presidente da Câmara e consequentemente do Congresso, na votação dos royalties do petróleo, ela passou por momentos de sobe e desce na disputa.

Para os meios políticos, Henrique Alves é o candidato dos líderes partidários. O socialista tenta conquistar o apoio dos partidos menores e do “time de futebol da Câmara”, capitaneado pelo do deputado Romário (PSB-RJ).

É no chamado baixo-clero que Rose de Freitas tenta conquistar votos para buscar sua eleição. Rose, na sessão que votou a urgência nos votos, ganhou a simpatia dos deputados dos estados não-produtores, maioria na Casa. Já na sessão que derrubaria o veto, o desempenho de Rose agradou aos deputados dos estados produtores. Por isso, não se sabe exatamente o que ficou de apoio político à candidatura da deputada.

Na sessão para a eleição da nova Mesa Diretora serão eleitos sete integrantes titulares, sendo o presidente, dois vice-presidentes e quatro secretários, além de quatro suplentes de secretários.

Os deputados têm até meio-dia de 1º de fevereiro, para formar blocos parlamentares. Nesse mesmo dia, haverá uma reunião de líderes para escolha dos cargos da Mesa, de acordo com a proporcionalidade partidária. O encontro está marcado para 15 horas. Os candidatos deverão se registrar até 19 horas do dia 1º de fevereiro.

Para ser eleito, o candidato a presidente precisa do apoio da maioria absoluta dos deputados, ou seja, 257 votos. Se ninguém atingir este número, haverá um segundo turno com os dois mais votados. Nesse caso, para eleição serão necessários os votos da maioria simples dos deputados, sendo obrigatória a presença de pelo menos 257 deputados para dar início à votação.

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