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Composição da Câmara de Vitória tende a se dividir em dois blocos

As articulações de bastidores começam, aos poucos, a definir a composição da nova Câmara de Vitória, que tende a se dividir em dois blocos: um de apoio ao prefeito eleito, Luciano Rezende (PPS), e outro que não é bem de oposição, mas se define como independente. 

 
O bloco de apoio a Luciano vem sendo puxado pelos vereadores Fabrício Gandini (PPS) e Serjão Magalhães (PSB). Os dois agregam outros quatro vereadores.
 
O bloco que se considera independente tem hoje cinco integrantes. Entre eles Reinaldo Bolão (PT) e Luiz Emanuel Zouain (PSDB). Os independentes não devem fazer oposição ao prefeito, mas, como o nome sugere, pretendem preservar a prerrogativa de gerar a controvérsia, sempre que assim avaliarem necessário. 
 
Além dos dois blocos, há dois vereadores que “flutuam” ainda sem posição definida. Luisinho Coutinho (PDT), como já é do seu estilo, deve se manter “indefinido”, como fez na atual legislatura. Já Marcelo Santos Freitas, o Marcelão (PT), tende a manter certa distância do atual prefeito, mesmo porque Luciano já disse publicamente que o PT é sinônimo de retrocesso, e ele defende a mudança.
 
O vereador Max da Mata (PSD) é outro que ainda não se definiu. Atualmente, ele está viajando e seu posicionamento ainda é uma incógnita. Se bem que, antes de viajar, ele foi visto na primeira audiência pública de Luciano Rezende, em Jardim Camburi. 
 
O cenário desenhado parece que vai dar um bom trabalho a Luciano e seu bloco. Fazendo as contas, o bloco independente representa hoje um terço da Câmara. Ou seja, quando esse grupo não quiser andar, tudo para.

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