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Pontos soltos

PL ameaçou novidades, mas ainda nada! E Magno Malta e Gilvan da Federal?

Reprodução/Redes Sociais

Quase três meses após o anúncio do presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro (RJ), de que o senador Magno Malta seria candidato ao governo para garantir o palanque nacional, e de acenos de lideranças de “novidades em breve”, segue sem definição o projeto do partido no Estado. De lá para cá, já foram registrados avanços e recuos na negociação com o ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos), ruídos de prioridades, e agora o cenário voltou a ficar favorável para essa aliança, considerando a meta de consolidar uma frente de direita para derrotar o governador Ricardo Ferraço (MDB) e o grupo de Renato Casagrande (PSB). Outro ponto em aberto é em relação a Gilvan da Federal e sua condenação por violência política de gênero, com inelegibilidade de oito anos, o que desmonta a estratégia da chapa à Câmara dos Deputados. Ele seria um dos principais puxadores de votos, na esteira do resultado de 2022, quando marcou 87,9 mil nas urnas, garantindo a segunda posição da bancada. Se nada mudar até o pleito, e a situação é complicada para o bolsonarista, Gilvan vai conseguir disputar sub judice? Quais seriam os riscos para os demais candidatos? Enquanto isso, de certo, mesmo, segue somente o nome de Maguinha Malta ao Senado, apesar das controvérsias geradas no próprio eleitorado de direita – a estreia logo para esse cargo é considerada um salto muito grande para alguns grupos, que defendem deputados mais experientes, como Evair de Melo (Republicanos) e Callegari (DC). Lideranças do PL mantêm uma campanha aberta e declarada em favor da filha de Magno, que também incorpora cada vez mais a pose de candidata. Para caminhar com o partido, como se sabe, Pazolini tem que abraçar Maguinha e, junto, o bolsonarismo, o que ainda não chegou nem perto de fazer. Essa costura sai ou não sai?

Desfechos

No caso de sair, como já analisado, sobraria apenas uma vaga ao Senado, e o PSD, que chegou ao palanque com moral, anunciou a candidatura do deputado estadual Sérgio Meneguelli. No Republicanos, também correm atrás Evair de Melo e Carlos Manato. Os possíveis desfechos nesse campo mantêm os bastidores em alerta.

Desfechos II

O Novo, que também poderia agregar na aliança, insiste na candidatura do vereador de Vitória, Leonardo Monjardim, reiterada outro dia no plenário da Câmara, como uma decisão da Nacional. Até o avançar das articulações, Pazolini só tem na mão, por ora, o PSD.

Primeiro escalão

Jornalista, marqueteira e nome para lá de conhecido no mercado político, Flavia Mignoni é a nova chefe de Gabinete de Ricardo Ferraço. Assume no lugar de Valésia Perozini, braço direito e esquerdo de Casagrande), e que agora segue junto com ele na empreitada ao Senado. Flavia Mignoni respondia pela Superintendência de Comunicação da gestão, cargo que passa a ser ocupado pelo sub, Raphael Marques.

Mesa política

Na esteira dos recentes debates na Câmara de Vitória sobre a eleição à Mesa Diretora, e troca de acusações apontando “forças externas”, o prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio (MDB), se reuniu nesta semana com representantes do G16, grupo que defende a candidatura à Presidência de Dalto Neves (SD). Na mesa, os seguintes vereadores…

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…João Flávio (MDB); André Brandino e Baiano do Salão, do Podemos; Aylton Dadalto (Republicanos); Bruno Malias e Aloísio Varejão, do PSB; Mara Maroca (PP); e Luiz Paulo Amorim (PV). O nome de Euclério chegou a ser citado em plenário, bem como de Ferraço, mas o G16 nega qualquer conversa nesse sentido. Mas, é aquilo, sempre há controvérsias…

Em campo

Professor da Universidade Federal do Estado (Ufes) e coordenador da Escola de Fé e Política Dom Silvestre Luís Scandian, da Arquidiocese de Vitória, Maurício Abdalla é mais um pré-candidato da chapa do PT à Assembleia Legislativa. Será sua segunda tentativa depois da estreia em 2022, quando obteve 8,1 mil votos. Ele assinou o livro nessa terça-feira (14), e já propaga vídeos nas redes sociais com críticas à atual legislatura.

Meta dobrada

O partido, comandando pelo deputado estadual João Coser, aponta a meta de fazer quatro cadeiras nas eleições de outubro, o que representaria dobrar a atual bancada, formada pelo próprio Coser e pela deputada estadual Iriny Lopes. Ambos vão “subir” para a disputa à Câmara Federal, e a vereadora Karla Coser, a mais votada em 2024, é uma das novas apostas.

Campanha

A propósito, Karla protestou, em discurso na Câmara, sobre faixas de homenagem a Pazolini no percurso da Romaria dos Homens, na Festa da Penha. Ela considerou “chocante” uma localizada na descida do Viaduto Caramuru, “exatamente onde tanta gente se emociona ao ver a imagem de Nossa Senhora da Penha passar”. A vereadora disparou: “fé não é palanque”.

Nas redes

“O projeto eleitoral não pode se limitar a nomes ou projetos pessoais. Precisa de compromisso com o povo capixaba”. Helder Salomão (PT) e o discurso eleitoral da disputa ao governo do Estado.

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