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Nas contas de Colnago, PSDB faz até duas cadeiras com reforço de Octaciano

A filiação do secretário de Agricultura Octaciano Neto vai ao encontro de uma matemática do vice-governador Cesar Colnago, que ele mesmo explica. A ideia segundo Colnago é de que o PSDB consiga entregar a nacional uma cadeira ou mais na Câmara dos Deputados, que sozinho, o PSDB não conseguiria. 
 
A ideia é que o partido consiga garantir uma vaga e tenha uma sobra, afinal, segundo Colnago, além de Octaciano, o partido terá outras candidaturas a deputado federal, incluindo a dele mesmo. A ideia é que o partido consiga garantir um volume de fotos forte, tendo Octaciano como um puxador de votos, tal qual foi Sérgio Vidigal na eleição passada ao lado do PT, quando os partidos garantiram três cadeiras.
 
Mesmo não atingindo o quociente eleitoral, que no Espírito Santo é de 180 mil votos, Vidigal foi o mais bem votado e o PT, que tradicionalmente fazia um deputado, conseguiu a segunda cadeira, elegendo assim Helder Salomão e Givaldo Vieira.
 
Para garantir a segunda vaga, o partido vai precisar se coligar, e aí a sobra pode ir para o PSDB ou para o outro partido da coligação. Mas ele acredita que irá para o PSDB e com isso, o partido no Estado entregaria dois valiosos deputados federais para a nacional. 
 
Quanto a movimentação majoritária, em que ele poderia permanecer como vice, na chapa de Paulo Hartung, o vice-governador acredita que não é possível fazer qualquer apontamento nesta linha dadas as incertezas do cenário para o próximo ano. 
 
Ele aponta as prioridades a serem pensadas no cenário político. A primeira é a presidência da nacional do PSDB, e a composição para uma disputa presidencial. Depois a composição para o Senado, e neste caso, o partido deve se debruçar pela reeleição de Ricardo Ferraço. 
 
A possibilidade de fazer deputados federais e deputados estaduais são também assuntos a serem debatidos. Ele acredita que o PSDB tem condições de lançar boas chapas tanto para federal, quando para estadual. Embora não quisesse falar sobre a polêmica interna no partido, apontou seu trabalho em 2014, com costuras que garantiram uma vaga de deputado federal, com Max Filho, com suplência de Luiz Paulo Vellozo Lucas e a chapa de estadual que garantiu  duas cadeiras, mesmo tendo os dois deputados eleitos – Marcus Mansur e Sérgio Majeski – que se elegeram com votações entre 13 e 12 mil votos. 

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