sexta-feira, janeiro 23, 2026
24.9 C
Vitória
sexta-feira, janeiro 23, 2026
sexta-feira, janeiro 23, 2026

Leia Também:

Sai, não sai

As recentes declarações de lideranças no DEM sobre a disputa ao governo no Estado, feitas ao jornal A Tribuna, deixam mais uma vez no ar a situação do casal Theodorico Ferraço e Norma Auyb. Depois dos primeiros sinais de tensão há alguns meses, quando passou a ganhar força uma possível filiação do governador Paulo Hartung à legenda – e os dois garantiram sair imediatamente do partido -, a questão da vez é ter ou não candidato ao Palácio Anchieta, já que o partido precisa oferecer no Estado um palanque ao projeto à Presidência da República, também em debate pela executiva nacional. Mas quem seria esse nome? Um dos partidos de primeira fila alinhado ao governo, o DEM já é considerado integrante do arco de alianças palaciano para outubro próximo, como têm repetido em sucessivas entrevistas, o presidente interino do DEM, Atayde Armani, e o secretário de Estado de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Rodney Miranda. Defendem o apoio a Hartung caso ele dispute a reeleição e, certamente, farão o mesmo se ele escalar um sucessor, que sairá do próprio secretariado. Já Theodorico e Norma avisam que “tudo menos apoiar Hartung”. O desenrolar dessa história cria uma sinuca de bico. Na aliança com Hartung, o partido se mantém submisso ao projeto de Hartung, com garantias de apoio em eleição e acomodação no governo. Mas o casal permaneceria no DEM mesmo assim? Se não, o partido perderá dois candidatos em potencial, em um quadro já escasso de lideranças. Quem falará mais alto?
Indefinido
O que se sabe, até agora, é que a prioridade da família é a reeleição do senador Ricardo Ferraço (PSDB), que andou jogando outros projetos nos bastidores. Norma, em princípio, não teria interesse em permanecer na Câmara dos Deputados, o projeto dela é local. Já para Theodorico, a previsão é caminho tranquilo para garantir mais um mandato na Assembleia. Mas ele fica por aqui, mesmo?
Segue…
Por falar em Theodorico, ele postou texto no Facebook prometendo mais “luta em 2018”. Referindo-se ao recebimento pela prefeitura de Itapemirim de R$ 18 milhões em impostos da Chevron, se colocou à disposição dos atuais gestores municipais, “como deputado estadual mais votado dessa região”. No clima de guerra da política de Itapemirim, sei não…
Dona da bola
A partir desta terça-feira (2), quem está no comando da prefeitura da Serra é a vice Márcia Lamas (PSB). Fica no cargo por 15 dias, período de férias de Audifax Barcelos (Rede). Já a Secretaria de Educação, pasta também comandada por Lamas, passará para as mãos de Nelci Gazzoni.
Dona da bola II
A transmissão do cargo foi oficializada em solenidade que, claro, contou com a presença do deputado estadual, Bruno Lamas (PSB), filho da prefeita interina e que, sem dúvida, usufruirá bastante da companhia política da mãe nestes dias. Também esteve por lá, quem, quem? O secretário de Estado de Segurança Pública, André Garcia. Vale tudo mesmo em ano pré-eleitoral, hein?!
Números
A senadora Rose de Freitas (PMDB) avisa que destravou R$ 121 milhões em Brasília para o Espírito Santo em 2017, além de ajudar a aprovar R$ 500 milhões pela Caixa Econômica. O que isso a beneficiará politicamente? Já é ano de eleição e, diz ela, tem interesse na disputa ao governo do Estado.
Costura
No último dia 26, o vereador de Vitória, Davi Esmael (PSB), publicou nas redes sociais foto ao lado dos colegas de plenário Roberto Martins (PTB) e Mazinho dos Anjos (PSD), com a seguinte legenda: “Encontro do líder da base, independentes e oposição em busca da coalizão”. Ele se referia ao tema prioritário dos veradores nesses dias, a disputa pelo comando da Casa. E aí, tem acordo?
Costura II
O prefeito Luciano Rezende (PPS), como se sabe, tem a maioria na Câmara, e sofre críticas apenas de Martins e Max da Mata (PDT). Mas mesmo os vereadores da base estariam negociando entregar o cargo a outro partido. Davi seria um dos interessados na disputa prevista para o meio do ano. Quero ver Luciano largar o osso…
Costura III
Já tem tempo, a presidência é entregue a um correligionário, primeiro o supersecretário Fabrício Gandini, agora, Vinícius Simões. Do PPS na Casa, tem ainda Leonil, Deninho Silva e Waguinho Ito, todos em primeiro mandato.
Nas redes
“Temer cortou R$ 11 do salário mínimo e ele entrou em vigor hoje [terça-feira, 2] com o menor reajuste de 24 anos”. (Deputado federal Helder Salomão – PT – no Twitter).
PENSAMENTO:
“Ninguém é derrotado, a menos que comece a culpar os outros”. John Wooden

Mais Lidas