O deputado estadual Roberto Carlos (PT) quase não teve oportunidade de falar sobre seu projeto de governo na entrevista concedida nesta sexta-feira (22), ao jornal ESTV – 2ª Edição, fechando a série de entrevistas com os candidatos ao governo. Ele foi bombardeado com uma série de perguntas que criticavam o governo federal.
O deputado até que tentou escapar das pergunta sobre as denúncias de corrupção no governo federal, dizendo que em seus mandatos nunca teve qualquer tipo de denúncia, mas o tema voltou à baila e o deputado foi questionado se não se sentia incomodado com as denúncias de corrupção envolvendo o PT.
Roberto Calos citou os mensalões do DEM e do PSDB para dizer que todos os partidos passam por esses problemas, mas disse que os investimentos do governo na Polícia Federal, nos últimos anos, impedem que hoje essas questões fiquem “debaixo do tapete”.
O deputado também foi questionado sobre as duas visitas da presidente Dilma ao Estado em seus quatro anos de mandato. O deputado destacou os investimentos do governo federal nas áreas sociais do Estado e que mais importante que a presença da presidente são os recursos enviados.
Roberto Carlos também foi questionado sobre a polêmica envolvendo a presença do candidato ao Senado pelo partido, o ex-prefeito de Vitória João Coser no palanque do ex-governador Paulo Hartung, e se sua candidatura não seria de fachada. O candidato rechaçou o rótulo de “candidato-tampão”. Ele afirmou que a intenção era permanecer no grupo do governador Renato Casagrande, mas que as divergências internas convergiram para a candidatura própria e que sua candidatura é sim para valer.

