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Janot estuda pedir federalização para crime de motim

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, (PGR), que chegou a Vitória neste sábado (11) para acompanhar a crise na segurança pública no Espírito Santo, afirmou que estuda pedir a federalização do crime de motim. Janot disse que a estratégia poderia evitar o “aquartelamento das forças estaduais”, o que, de acordo com a PGR. 
 
Jonot levantou a tese preocupado com a crise no Espírito Santo, que já tem desdobramentos no Rio e outros Estados. Ele disse a ação de familiares de PMs  impedindo a saída de viaturas dos batalhões compromete a ordem pública.
 
O procurador-geral, porém, tem adotado um tom conciliador para o impasse criado entre as autoridades estaduais e os policiais, e defendeu uma “solução pacífica” para a crise.
 
“Diante do grave comprometimento da ordem pública evidenciado pelas inúmeras mortes, falta de transporte público, fechamento de órgãos públicos e do comércio, além do impasse gerado pela manutenção da paralisação e aquartelamento das forças estaduais, a Procuradoria-Geral da República estuda a possibilidade de  postular a federalização de crimes como o de motim”, informou a PGR, por meio de nota.
 
Janot participou de reuniões com membros dos ministérios públicos estadual e federal no Espírito Santo para discutir possíveis soluções para a paralisação. 

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