quarta-feira, agosto 26, 2026
21.9 C
Vitória
quarta-feira, agosto 26, 2026
quarta-feira, agosto 26, 2026

Leia Também:

Os candidatos dos partidos ‘independentes’ nas eleições capixabas

Dos oito do grupo, DC tem os nomes mais competitivos para disputas proporcionais 

Deputado estadual Callegari, candidato a senador, discursa durante convenção do Democracia Cristã. Foto: Divulgação

No Espírito Santo, oito siglas e federações partidárias não fazem parte das principais coligações da disputa pelo Governo do Estado: Avante, Democracia Cristã (DC), Missão, Novo, Partido Social Democrático (PSD), Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), Renovação Solidária (Partido Renovação Democrática, PRD; Solidariedade, SDD) e Unidade Popular pelo Socialismo (UP). Dentro desse grupo, o DC é quem tem nomes com maior capital político.

Atualmente, o Democracia Cristã conta com dois deputados estaduais. Callegari está na disputa por vaga no Senado Federal, restando apenas o Coronel Weliton como candidato à reeleição. Em 2022, Weliton, que é ex-prefeito de Iúna (Caparaó), elegeu-se com 12,1 mil votos pelo extinto Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).

Além do coronel, a chapa do DC para deputado estadual conta com a presença de Carol Caldeira, vereadora de Vila Velha, e Diego CTVV – mais conhecido como proprietário de um clube de tiro onde foi realizado um encontro armamentista, em julho, com a presença do governador Ricardo Ferraço (MDB). Para deputado federal, não há figuras com maior projeção, e a chapa se destaca mais pela presença de nomes de urna curiosos, como “Freitas Bolsonaro” e “Ronaldinho Pirata do Amor”.

A Renovação Democrática optou por uma coligação com o DC envolvendo apoio a Callegari para o Senado. Nas disputas proporcionais, porém, a federação não registrou candidaturas de grande projeção este ano.

O Novo, que registrou Leonardo Monjardim na disputa para senador e avaliou montar palanque próprio para o Governo do Estado, lançou chapas quase completas para as eleições proporcionais. Mesmo assim, o nome mais conhecido do partido é mesmo Monjardim, vereador de Vitória. 

Entre as candidatas a deputado federal do Novo está Penélope Feu Rosa, filha do ex-prefeito da Serra José Maria Feu Rosa, assassinado em 1990. Ela chegou a ser especulada como possível vice de Lorenzo Pazolini (Republicanos). Também fazem parte da chapa os vereadores Sargento Assis, de Venda Nova do Imigrante (região serrana), e Sidimar do Mercadinho, de Ibatiba (Caparaó). Entre os candidatos a deputado estadual da sigla está Maylson Littig, ex-vereador de Marechal Floriano (região serrana), quarto colocado em 2024 na eleição para prefeito.

O PSD, ao optar por lançar o deputado estadual Sergio Meneguelli como candidato a senador, viu as chapas proporcionais derreterem. Em meio aos movimentos titubeantes do partido na reta final do período de convenções, nomes como os dos ex-prefeitos de Guarapari (região metropolitana) Edson Magalhães, e de Linhares (norte) Bruno Marianelli, recuaram das candidaturas. A primeira-dama de Colatina, (noroeste), Lívia Vasconcelos, outra que parecia disposta a se candidatar, permaneceu onde estava. A sigla acabou lançando apenas nove candidatos, todos para deputado federal, sem nenhum nome de projeção.

O Avante lançou Marcos do Val, que vai tentar a reeleição para senador. O partido tem apenas chapa de candidatos a deputado federal, sem nomes conhecidos. O Missão, estreando com o candidato a governador Breno Barcelos, tem chapa federal e estadual, ambas formadas majoritariamente por pessoas que estão encarando as urnas pela primeira vez.

Já a UP, também estreante nas eleições capixabas, lançou apenas dois candidatos a deputado federal – a sigla sociliasta tem palanque próprio na disputa para governador, com Rafael Demuner. O PRTB, por sua vez, nem sequer lançou chapas nas eleições proporcionais. Rodney Miranda, candidato a senador, é o único nome registrado pelo partido.

Mais Lidas