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Estado reduziu em 16,7% a morte de mulheres em 10 anos

O Estado reduziu em 16,7% a mortalidade feminina em dez anos. De acordo com os estudos Saúde Brasil, do Ministério da Saúde, a mortalidade de mulheres no País apresenta queda de 12% entre os anos de 2000 e 2010, mas a redução do Estado foi mais evidente. No período, o Espírito Santo reduziu a taxa de 4,2 mortes por grupo de 100 mil para 3,60. No Brasil a taxa diminuiu de 4,24 óbitos por 100 mil para 3,72. 

 
A redução é creditada à qualificação na assistência à mulher, além da priorização das causas dos óbitos das mulheres. As principais causas da mortalidade de mulheres são Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto; doenças cerebrovasculares e isquêmicas do coração. 
 
A taxa de doenças cerebrovasculares de mulheres diminuiu de 43,97 em 2000 para 34,99 em 2010. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto, também tiveram a taxa reduzida de 34,85 para 30,04. 
 
As doenças de maior incidência entre mulheres têm como fatores de risco a falta de exercícios físicos e uma dieta rica em gordura saturada, que contribuem para o aumento nos níveis de colesterol e hipertensão. 
 
As neoplasias – entre elas o câncer de mama, câncer do pulmão e do colo do útero – representaram a segunda maior causa de mortes de mulheres em 2010, com total de 18,3%. 
 
Na faixa etária a partir dos 30 anos, as doenças do aparelho circulatório e neoplasias se confirmaram como as causas mais frequentes de óbitos. Já nos menores de 10 anos predominaram as afecções perinatais, e entre mulheres de 10 a 29 anos de idade, as causas externas, como acidentes e agressões.
    

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