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Eduardo Campos desacelera e ajuda movimentos eleitorais de Casagrande no Estado

O governador de Pernambuco e presidenciável do PSB, Eduardo Campos, diminuiu sensivelmente suas investidas na construção de um palanque para disputar a presidência da república como alternativa à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Essa mudança de atitude do socialista ajuda nas costuras de seu correligionário, o governador Renato Casagrande, que tenta construir um palanque de reeleição no Estado. 
 
Casagrande tenta manter em seu palanque de unanimidade o PT, de Dilma e o PMDB. Mas se o PSB rachar em nível nacional com esses partidos, Casagrande terá dificuldade em manter seu tripé partidário, que é a base de sua ampla rede de aliados. 
 
Nesta terça-feira (11), Campos apareceu na imprensa nacional criticando o que chamou de “torcida contra Dilma”, sobre as avaliações  dos meios políticos de que a oscilação na pesquisa Datafolha sobre a aprovação da presidente abre caminho para que o socialista consolide sua candidatura alternativa em 2014. 
 
No mês passado, depois de rebeliões internas e declarações dos governadores do partido sobre a necessidade de permanência, neste momento, do partido na base do governo federal, Campos diminuiu suas movimentações, para não prejudicar as costuras feitas pelos governadores. 
 
A posição de Campos, para os observadores é meramente temporal. Haveria um acordo entre o pernambucano e os demais governadores para que o partido só se unificasse em torno de uma possível candidatura no momento certo para não criar dificuldades com as bases dos governadores. À  exceção do governador do Ceará, Cid Gomes, os outros vão depender desses acordos para garantir seus palanques. Enquanto isso, Campos faz sua movimentação no sentido de ganhar espaço e viabilizar-se para o próximo ano, quando a postura será definida pelo partido e adotada por seus membros.

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