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Hartung ‘se lança’ como pré-candidato ideal a vice-presidente

O governador Paulo Hartung (PMDB) vem trabalhando com a abertura de diversas alternativas políticas para 2018, uma delas tem ganhado eco nos meios políticos nacionais e teve destaque na coluna Plenário, de A Tribuna desta quarta-feira (28), é a de que ele pode disputar a eleição como candidato a vice-presidente.

A ideia lançada nos meios políticos se encaixa nas ações do governador. Desde que se elegeu, em 2014, Hartung vem criando condições para se fortalecer nacionalmente, rompendo a barreira política do Espírito Santo. A articulação poderia estar voltada para a disputa ao Senado, mas pode ter interesse em voos mais altos.

Embora haja muitas críticas ao projeto do governador no Espírito Santo, ele tem conseguido por meio de uma forte estratégia de comunicação vender a ideia de que suas ações no governo tem conseguido fazer com que a crise não afete o Estado. Com isso, ganhou capital político para se inserir no debate nacional, se colocando como o único governador capaz de vender a crise.

Ele convenceu o cenário nacional de que sua experiência na área econômica foi o que tirou o Espírito Santo de um quadro de crise, ao assumir um Estado que estaria quebrado. Esse discurso fez com que ele angariasse um capital de nível nacional, que o torna atrativo para um palanque presidencial.

Como vem de um estado com eleitorado pequeno, encabeçar a chapa poderia ser um risco alto, mas a vice passa a ser uma situação bem cômoda para o governador, que uma vez dentro do governo federal pode ampliar sua imagem em nível nacional.

A proposta que Hartung estaria levando para as lideranças nacionais é de ser um vice, com articulação política com os demais governadores. Hartung teria a função de circular pelo País, visitando os estados como uma espécie de consultor, replicando seu modelo de gestão baseado no corte de gastos – isso inclui a falta de atendimento às demandas de prefeitos e bases de deputados, além do corte no funcionalismo e no atendimento de serviços básicos –, além do implemento de Parcerias Público-Privadas (PPPs).

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