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Municípios do noroeste e nordeste do Estado devem receber R$ 259 milhões em 2015

A Comissão de Finanças da Assembleia reuniu nessa quarta-feira (3), em Nova Venécia, moradores e lideranças das regiões nordeste e noroeste do Estado para mais uma audiência pública sobre o Orçamento para 2015. Pela peça orçamentária em análise na Casa, as duas microrregiões devem receber mais de R$ 259 milhões no próximo ano e as prioridades de investimento estão concentradas nas áreas de educação, obras públicas e saúde.
 
Os participantes fizeram sugestões ao orçamento e questionamentos. Os pedidos ainda podem ser incorporados ao projeto por meio das emendas parlamentares. No ano passado, os deputados apresentaram emendas individuais no valor de R$ 1,5 milhão. O Orçamento global do Estado para o próximo ano é de R$ 17 bilhões. 
 
As obras que estão em andamento na região são as demandas mais esperadas pelos moradores da região. Além do programa Caminhos Campo, para asfaltamento de várias regiões, os participantes do evento também cobram construções de pontes e passarelas destruídas com a chuva de 2013.
 
No orçamento de 2015 para a microrregião noroeste estão destinados R$ 14 milhões para a construção e pavimentação de trechos da malha rodoviária estadual e de vias complementares. A peça orçamentária não descreve quais estradas vão receber investimentos.

 

A microrregião nordeste é composta pelos municípios de Boa Esperança, Conceição da Barra, Jaguaré, Montanha, Mucurici, Pedro Canário, Pinheiros, Ponto Belo e São Mateus. O orçamento do Estado para o ano de 2015 prevê pouco mais de R$ 93 milhões para a região nordeste. As áreas que mais receberão investimento são obras públicas (R$ 27 milhões), saúde (R$ 22 milhões) e obras públicas (R$ 18 milhões).
 
Já a microrregião noroeste é formada por sete cidades: Água Doce do Norte, Águia Branca, Barra de São Francisco, Ecoporanga, Mantenópolis, Nova Venécia e Vila Pavão. De acordo com o projeto de lei elaborado pelo governo, mais de R$ 156 milhões serão destinados para essas cidades. As prioridades são para saúde (R$ 48 milhões), educação (26 milhões) e obras públicas (R$ 24 milhões).

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