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Nova unidade do Escola Viva será em Planalto Serrano, na Serra

O secretário de Educação Haroldo Rocha convocou a imprensa nesta sexta-feira (6) para anunciar uma nova unidade do Escola Viva, que passará a funcionar em 2016 no bairro Planalto Serrano, no município da Serra. Esta é a segundo unidade escolar rimeira a receber o Escola Viva. O projeto-piloto foi implantado em São Pedro, Vitória, no segundo semestre deste ano. 
 
A nova unidade se chamará Centro Estadual de Ensino Médio em Tempo Integral Joaquim Beato, em homenagem ao senador da República, que também foi secretário de Educação e morreu em julho deste ano, aos 91 anos. 

 

Serão disponibilizadas 720 vagas para estudantes do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio. Os estudantes interessados deverão preencher um formulário eletrônico que será disponibilizado no site da Sedu – www.educacao.es.gov.br, dentro do período de Chamada Pública Escolar. Ainda não há data para o início das inscrições. 
 
O secretário anunciou ainda a ampliação do número de vagas para o próximo ano, na Escola Viva de São Pedro. Ao todo, o governo pretende abrir 1.520 vagas no projeto para o próximo ano.  
 
Caminho errado
 
Enquanto o secretário de Educação anunciava a nova unidade do Escola Viva, o deputado estadual Sérgio Majeski (PSDB) realizava mais uma visita a escolas do interior do Estado. Ele foi ao norte do Estado para conhecer a realidade das escolas em Águia Branca, Colatina, Vila Valério e Vila Pavão, além de algumas Apaes. 
 
O deputado é crítico do projeto e acredita que o secretário deveria conhecer a realidade da educação no Estado. Ele afirma que governo tem uma política educacional completamente equivocada. “O secretário deveria fazer o que estou fazendo e se entendesse de educação de verdade, com certeza, iria mudar os rumos do que está fazendo. Haroldo prova a cada dia que não entende nada de política educacional e apenas corrobora com as ações de um governo que quer implantar projetos de vitrine”, criticou o deputado. 
 
O tucano afirmou que nesta sexta visitou a escola de número 110 em 58 municípios diferentes e disse que dessas escolas, mais de 90% nunca receberam a visita do secretário ou do subsecretário de Educação, no máximo a inspeção das Superintendências Regionais.  “Haroldo não tem sequer uma vaga ideia do que passam aqueles que vivem o cotidiano das escolas. É de dar pena a desesperança dos professores e alunos em relação à política educacional”, lamentou.
 
Majeski também criticou a aplicação dos recursos e a desvalorização dos profissionais da educação. “Os professores, assim como a maioria dos funcionários públicos, não terão um centavo de reposição salarial e nem o abono. Só com os cortes feitos na educação – corte de cerca de 70% dos recursos do Plano Estadual Dinheiro Direto na Escola (PEDDE) e fechamento de centenas de turmas, cerca de 400, além de outros –  já daria para pagar pelo menos o abono aos professores”, disse.  

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