Os policiais civis e militares, além de servidores da Secretaria de Justiça e do Instituto de Atendimento Socioeducativo (Iases), se concentraram nesta segunda-feira (2), por volta das 18 horas, na Avenida Nossa Senhora da Penha, na altura do Wallmart, ocupando os dois sentidos da via. O “protesto relâmpago” durou cerca de 20 minutos.
De um carro de som, os “puxadores” do ato criticavam o governador Renato Casagrande (PSB), mais especificamente a proposta de realinhamento das carreiras. O protesto unificado reflete a insatisfação dos policiais civis e militares (incluindo os bombeiros) e dos servidores da Sejus. De certa maneira, todos estão insatisfeitos com a proposta de cargos e salários oferecida pelo governo.
Os manifestantes fizeram questão de pedir desculpas à população pelos transtornos, já que a ato provocou um grande congestionamento nos dois sentidos da Reta da Penha e nas vias do entorno, tornado o trânsito ainda mais complicado num horário cujo fluxo de veículos já é mais intenso.
Eles alertaram que se não houver diálogo por parte do governo, novos protestos acontecerão nos próximos dias. Um novo ato já estaria programado para está quarta-feira (4). Os manifestantes avisaram à população que as polícias podem parar.
Depois de cerca de 20 minutos criticando o governo Casagrande, que não estaria levando as negociações a sério, e após gritarem palavras de ordem avisando que as polícias vão parar, os manifestantes encerraram o ato e liberaram os dois sentidos da Reta da Penha.
Devido à grande retenção que se formou, o trânsito demorou a fluir normalmente, mesmo após a liberação da via.

